Quinta-feira, Março 25, 2010

CEREJAS, MEU AMOR


Cerejas, meu amor,
mas no teu corpo.
Que elas te percorram
por redondas.

E rolem para onde
possa eu buscá-las
lá onde a vida começa
e onde acaba

e onde todas as fomes
se concentram
no vermelho da carne
das cerejas...






(Poema de Renata Pallottini, site: http://cseabra.utopia.com.br/poesia/ /Foto do modelo Bryan, site: http://www.m4m-world.com/perl/ads.cgi )

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